Lisboa sobe quatro lugares em cinco anos como 'Melhor cidade do mundo para se viver', segundo ranking do The Economist

Thu 5 Sep 2019

Lisboa teve pontuações mais elevadas na área da cultura e do meio ambiente, bem como na educação, mas pontuações mais baixas no setor que avalia as infraestruturas.

Lisboa voltou a subir no ranking das melhores cidades do mundo para viver. A capital portuguesa avançou um lugar na lista elaborada pela Intelligence Unit do The Economist (EIU), onde é considerada a 53.ª melhor cidade para viver. É a única metrópole portuguesa neste índice que compila um total de 140 cidades mundiais.

Em cinco anos, Lisboa subiu quatro lugares no ranking. Estabilidade, cuidados de saúde, cultura e ambiente, educação e infraestruturas foram os elementos analisados para se chegar a esta avaliação. A capital portuguesa tem pontuações muito altas na área da cultura e do meio ambiente, bem como na educação, mas pontuações ligeiramente mais baixas no setor que avalia as infraestruturas, indica a EIU ao ECO.

Já no topo encontra-se Viena, na Áustria, que conseguiu manter a coroa de melhor cidade do mundo para viver depois de ter destronado Melbourne, na Austrália, no ano passado. Além da capital austríaca, apenas mais uma cidade europeia, Copenhaga, na Dinamarca, figura no top 10 do ranking realizado anualmente.

Já Paris caiu seis lugares para o 25.º lugar, principalmente devido aos efeitos do movimento dos coletes amarelos na estabilidade da capital francesa. Mesmo assim, continua à frente de cidades como Londres (48.º), no Reino Unido, e Nova Iorque (58.º), nos Estados Unidos, que têm pontuações altas área cultural, mas acabam por ficar de fora dos lugares de topo deste ranking devido à perceção dos riscos de crime e terrorismo.

Este índice começou a ter em conta os efeitos das mudanças climáticas nas cidades, sendo que as cidades menos estáveis estão mais expostas aos riscos de incidentes relacionados com este fenómeno, o que contribui ainda mais para as colocar no fim da lista. As últimas cidades do ranking são maioritariamente em países africanos e do Médio Oriente.

Leia o artigo original aqui.

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